Programa Goiás na Frente investe em políticas públicas para preservação do meio ambiente

dez 20 2017
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Cinco intervenções estão em fase de projeto, todas ligadas à Secima. Entre as iniciativas, o Zoneamento Ecológico Econômico tem valor previsto de R$ 11 milhões, Consórcios Públicos de Resíduos Sólidos Urbanos (R$ 20 milhões), Plano Estadual de Saneamento Básico (R$ 3,5 milhões). Em relação ao rio Araguaia, o Governo de Goiás inaugurou este ano Ponte da Amizade que liga Aruanã (GO) a Cocalinho (MT). Vice-governador Zé Eliton, coordenador-geral do programa, disse que empreendimento “é resultado da capacidade de planejar e executar”

Investimentos do Programa Goiás na Frente promovem políticas públicas na preservação ao meio ambiente. Cinco importantes intervenções estão em fase de projeto, todas ligadas à Secretaria das Cidades, do Meio ambiente e dos Recursos Hídricos (Secima). Com valor previsto em R$ 11 milhões, o zoneamento ecológico econômico tem por objetivo viabilizar o desenvolvimento sustentável a partir da compatibilização do desenvolvimento socioeconômico com a proteção ambiental.

Outra política pública fundamental é a implantação de Consórcios Públicos de Resíduos Sólidos Urbanos (orçada em R$ 20 milhões). Mais de 76% da população goiana é atendida pelo sistema de esgotamento sanitário em Goiás, seja com rede coletora de esgoto ou com fossa séptica/sumidouros, segundo dados do IBGE. Mas a meta do Governo do Estado é chegar a 80% até 2018. A medida também faz parte de outro projeto, o Plano Estadual de Saneamento Básico, orçado em R$ 3,5 milhões. Há ainda o projeto “Espaços Públicos Cidade Mais” e o projeto Palácio Sustentável.

Em relação ao rio Araguaia, o Governo de Goiás inaugurou no final de julho Ponte da Amizade que liga os municípios de Aruanã (GO) a Cocalinho (MT). Uma das mais importantes obras de integração dos estados de Goiás e Mato Grosso, o vice-governador Zé Eliton, coordenador-geral do Programa Goiás na Frente, declarou na época que o empreendimento “é resultado de um sonho, mas, também, da capacidade de planejar e executar”. Segundo ele, “não basta sonhar, é preciso ter coragem para superar os obstáculos, resolver os problemas”.

Zé Eliton também ressaltou na oportunidade que a construção da ponte de Cocalinho “quebrou paradigmas ao inaugurar uma nova forma de parceria em obras públicas, a parceria público-privada (PPP), que envolveu esforços da iniciativa privada na concretização da obra”. O custo foi de R$ 54 milhões, dos quais 60% em recursos do tesouro do estado de Goiás e 40% do Consórcio Caminhos do Sol.

A obra irá beneficiar mais de 200 mil habitantes de 36 municípios de Goiás, Mato Grosso e Sul do Pará. Pela ponte está previsto o escoamento da produção de grãos de toda a Região do Norte Araguaia, atualmente estimada em 7 milhões de toneladas.

A travessia no local era feita por balsa, ao custo médio de R$ 20 por veículo e com tempo médio de uma hora, entre espera e travessia. Com a ponte, o tempo de travessia é de um minuto e o pedágio tem preço médio de R$ 10. Pela balsa passam, diariamente, cerca de 300 veículos, mas com a conclusão da ponte o tráfego deve triplicar, uma vez que a rota encurtará em até 480 km a viagem para quem vai ou vem do Tocantins e que passa por Barra do Garças (MT).⁠⁠⁠⁠

Plano de Desenvolvimento

Estudos realizados por técnicos da Universidade Federal de Goiás (UFG) na elaboração do Diagnóstico da Região Metropolitana de Goiânia (RMG) prevê que a população, hoje 2,4 milhões de habitantes tenha um crescimento de 17,6%, chegando a três milhões de habitantes em 2030.

Como medida de controle e planejamento está sendo elaborado pela UFG, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima) o Plano de Desenvolvimento Integrado da Região Metropolitana de Goiânia (PDI-RMG). Há recursos do Goiás na Frente também neste projeto.

A primeira fase do processo de elaboração do Plano consistiu no levantamento do diagnóstico da RMG, discutido em 19 oficinas realizadas nos municípios que compõem a RMG, além das audiências públicas, seminários e diversos encontros temáticos. Nessa segunda audiência são discutidos a metodologia, forma e diretrizes do plano e a terceira audiência abordará o texto da lei a ser encaminhado e votado pela Assembleia Legislativa de Goiás.

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